Este jogo chega até nós pela mão da Techland, a criadora de Dead Island.

Mad Riders é sem dúvida considerado um jogo de velocidade frenética com um excelente ambiente a rodeá-lo.

Este jogo é uma combinação explosiva de confrontos com a natureza dos percursos, a capacidade de aplicar “power Ups” e a excelente capacidade de nos conseguirmos superar na velocidade alucinante do jogo.

Quando estamos em corrida e estamos a ultrapassar os nossos adversários isso não que dizer que estamos a ganhar ou a superar algo, nessa altura vamos entender que estamos atrasados em relação ao jogo. Vamos ter a percepção de que é necessário cometer menos erros, encontrar percursos alternativos e sem dúvida alguma apanharmos a maior quantidade de ”power ups” possíveis.

 

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O ser humano é sem dúvida um lutador, e quando está em situações limite ele consegue fazer as coisas mais incríveis. Quando o caos reina e a lei já nada vale o ser humano acaba por tomar decisões que nunca tomaria numa situação normal. O que se costuma dizer é “Cada um por si”.

O jogo “I Am Alive” não é simplesmente um jogo de sobrevivência e exploração, este jogo tem uma outra faceta mais sombria, refiro-me aos limites de cada ser humano para poder sobreviver um pouco mais. Existem pessoas que nos apontam armas e só disparam em ultimo recurso, só quando se sentem realmente ameaçadas. Mas existem pessoas que não querem saber, atacam outras pessoas, mordem, matam e acabam mesmo por comer outras pessoas, os instintos de sobrevivência atingem limites e quando sobreviver é tudo não existem limites.

Este jogo leva-nos a retirar a vida dos que realmente não sabem os limites da humanidade, mas esse não é o objectivo do jogo. Se nos quisermos focar no real objectivo do jogo devemos então seguir no encalço dos nossos familiares que sobreviveram a catástrofe.

Existem dezenas de filmes que focam o argumento usado em “I Am Alive”, a sobrevivência e a luta pela humanidade é algo que já está a começar a ficar um pouco recalcado.

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Dragon´s Dogma é um jogo no qual temos de criar um personagem para percorrer um mundo repleto de pessoas que precisam de ajuda. Pelo meio temos uma aventura que envolve o regresso de um dragão e a possibilidade de a humanidade não resistir a tamanha criatura.
Primeiro percorremos o modo de personalização que o jogo tem para oferecer, que nos permite escolher o sexo, raça, atributos da face e do corpo assim como voz.

O jogo Dragon´s Dogma é feito de uma enorme liberdade que nos é oferecida num enorme mundo que se perde de vista.

Normalmente nunca se começa uma análise falando do aspecto visual mas em Dragon´s Dogma vai ser um dos pontos principais.

Esperávamos melhor desempenho do MT Framework, motor que tanto de bom nos deu em jogos anteriores, mas que aqui parece resumido quase a uma qualidade vulgar para satisfazer as exigências de recriar um mundo vasto e enorme.

Os personagens apresentam um nível de qualidade visual superior mas os cenários são na sua maioria povoados por texturas fracas que tiram qualidade ao jogo.

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Este é um jogo de uma produtora espanhola de nome Tequila Works, este jogo mistura combina várias influências num só jogo.

Temos então o “survival horror”, plataformas em side scrolling com muitos extras cinematográficos.

Os zombies são algo muito popular no mundo dos videojogos nestes últimos anos e em Deadlight vamos estar na cidade de Seattle, América do Norte na década de 80.

Em certa altura dessa década uma ameaça de mortos-vivos devastou o mundo e mudos completamente aquilo que conhecemos como o nosso planeta.

Neste jogo vamos estar na pele de Randall Wayne e temos como objectivo, para além de sobreviver, encontrar a nossa família que está algures num ponto seguro.

É certo que este mote já foi usado em muitos outros jogos mas não deixa de ser interessante.

No decorrer do jogo vamos conhecer outras personagens que também tentam sobreviver e vamos conhecer a saber como cada sobrevivente está a lidar com a mudança do mundo. Mas o mais importante continua a ser a nossa sobrevivência e a nossa missão é encontrar a nossa família.

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Esta geração de consolas tem castigado um pouco os jogos de plataformas não investindo tanto tempo como gostaríamos na criação de jogos de qualidade.

Apesar de existirem alguns jogos de plataforma no mercado quase sempre são misturas de plataformas com acção. Muitas vezes para encontrarmos jogos de plataforma no seu estado mais puro somos obrigados a olhar para as series HD. Tivemos o exemplo de Jak & Daxter Triology e desta vez é o jogo The Ratchet and Clank Triology que acaba de chegar as consolas da Sony.

Tal como o título do jogo indica este jogo reúne os três jogos clássicos da trilogia original da PS2 mas desta vez no formato HD com uma melhor qualidade visual.

De uma forma positiva as conversões de jogos clássicos em versões HD têm sido bastante positivas e conseguem ser bastante actuais para quem procura este estilo de jogos.

Ao pegar neste jogo conseguimos perceber que o jogo Ratchet and Clank é o jogo com menos qualidade, tem a sua logica visto ser o jogo mais antigo da serie. A medida que vamos avançando nas series vamos percebendo a evolução de cada um dos jogos e o trabalho que a “Insomniac” teve para melhorar cada vez mais.

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Nos últimos tempos, as produtoras têm apostado em triologias e compilações de vários jogos da Serie.

Este tipo de abordagens fazem-nos geralmente recordar os bons momentos que já passamos em frente a nossa consola a jogar determinados títulos. E para aqueles que nunca jogaram os títulos de determinados jogos têm com estas compilações a oportunidade de jogar vários títulos e conhecer a história de determinado jogo de uma vez só.

Todos temos em ideia que o primeiro jogo de Jak e Daxter era muito infantil e que se desenquadrava totalmente dos restantes jogos da serie. Ora a trilogia vei dar-nos uma vertente alternativa bem diferente da inicial, digamos que é como entrar numa realidade paralela. Joga-lo todos estes anos depois é o realizar de que a Naughty Dog acertou com a série desde o seu verdadeiro início; e em tantos aspectos diferentes.

Algo que realmente me surpreendeu foi a jogabilidade altamente divertida, repleta de animações tão bem conseguidas neste primeiro jogo, quanto viriam a estar no último.

Os dois personagens funcionam de forma extraordinária enquanto dupla e não é só nas animações, já que mesmo os diálogos divertidos - essencialmente por parte de Daxter - estão lá desde o primeiro jogo.

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A coisa de dez anos atrás estava-mos a ver a estreia nos cinemas do “Homem Aranha”, a primeira adaptação cinematográfica do aracnídeo mais conhecido do mundo. O filme na época foi um sucesso de bilheteira que levou ao lançamento de “Homem Aranha 2” em 2004 e “Homem Aranha 3” em 2007.

Mas tal como já disse este “Homem Aranha” foi apresentado a uma geração a cerca de dez anos, esta na hora de ser apresentado a nova geração e desta vez é apresentado como “O Espectacular Homem Aranha”. Este filme reconta a história da origem do Homem Aranha mas desta vez mais pés no chão. Está história mostra-nos quem foi o seu primeiro amos mas também nos mostra o primeiro super vilão da história, o Lagarto.

Tal como já aconteceu com as versões anteriores do filme estas ganharam versões para as consolas Xbox 360, Playstation 3, Wii, 3DS e PC e desta vez não é diferente.

O jogo possui os movimentos habituais do homem Aranha mas com muitas novidades.

Vamos agora saber se o “O Espectacular Homem Aranha” é um título que dignifica os 50 anos da personagem ou se é somente mais um jogo baseado no filme.

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Para os fãs de desportos motorizados é muito comum haver uma discussão sobre a melhor competição de duas rodas, a dúvida é se é a SBk ou se é a Moto GP.

É certo que a Moto GP reúne grande patrocínios das melhores marcas mundiais contando com o apoio e patrocínio da FIA que é a entidade mundial reguladora dos desportos motorizados, conta ainda com grandes nomes de pilotos e marcas que produzem protótipos que quando são testados são autênticos furacões… Em contra-partida a SBK tem autênticas lendas vivas, Super Bikes e marcas menos conhecidas com enorme potencial.

Com efeito, muito do entusiasmo provocado pelas Superbikes deve-se à extrema competição projectada a partir de nomes sonantes como Max Biaggi, Carlos Checa, Marco Melandri e outros que por lá passaram como Ben Spies (que agora roda no Moto GP) ou Troy Bayliss. O pelotão das Superbikes é bastante coeso e compacto e isso dá motivos para grandes recuperações, ultrapassagens e constantes alterações de posição nas corridas e campeonato, que é desde logo um dos factores de atracão dos fãs.

Se este campeonato é acompanhado por muitos lá terá as suas razões.

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Quando este jogo me chegou as mãos para ser analisado eu pensei para mim, já foste…

Nunca tinha jogado e nem sabia o que fazer, mesmo assim entrei no jogo de mente aberta e decidi explorar cada recanto deste jogo e o que faz deste jogo uma serie de grande êxito, para os que gostam é claro. Inicialmente custava-me entender até porque tinha um amigo que já me tinha falado deste jogo no ano que passou e ele falou de uma maneira que parecia que estava a jogar o jogo dos jogos. Também o que posso eu dizer de uma pessoa que delira com Football Manager?

Mas continuando, na esperança de entender o que via de tão especial esse meu amigo eu experimentei o jogo.

Comecei por perceber que o jogo é baseado na “Tour de France” com parte dos conhecidos ciclistas que participam nesta corrida. Ter em atenção que eu até começar desconhecia completamente o nome de qualquer ciclista.

Mesmo sem bases eu decidi fazer todo o trabalho de casa e comecei a aprender como se administrava o sistema deste jogo para que pudesse tirar o maior partido deste jogo.

As cut-scenes são impressionantes e os gráficos nunca pensei que fossem tão a frente.

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A primeira vez que ouvi falar de Never Dead disseram-me que podíamos tirar a própria cabeça e usá-lo para andar através de poços de ventilação. Disseram-me ainda que poderíamos arrancar um dos braços e esse braço aliado a uma metralhadora poderíamos atira-lo para a boca de um dos monstros do jogo e mata-lo de dentro para fora.

Inicialmente tudo isto nos parece um pouco surreal e saído de um filme de terror demasiado mau para ser verdade.

Se a ideia era Never Dead nos surpreender eu posso dizer que este caminho pode ser um pouco esquisito.

Mas vou dar-vos a minha opinião do teste que fiz do jogo.

A personagem estranha que falamos acima chama-se Bryce, ele foi amaldiçoado com a imortalidade, mas que raio de maldição e este que muitos de nós não nos importaríamos de ter?

Apesar desta personagem não poder morrer ela pode ser cortada aos pedaços e quando isso acontece teremos de nos desenrascar a lutar com um dos membro que ficará espalhado no chão. Assim que a nossa barra encha o suficiente poderemos gerar um novo corpo a partir do zero. isto é de loucos.

Este é um daqueles jogos que após pouco tempo já não queremos mais pois torna-se repetitivo e queremos mais é saltar fora assim que possível.

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