Acho que ninguém estava a contar com este lançamento para o sistema PlayStation, e na verdade acho que também ninguém estava a espera deste gênero de jogo, por isso aqui vai a nossa review de Erica.

O jogo Erica na realidade é um filme interativo, o seu maior erro é ser muito similar a outros títulos que já existem disponíveis em plataformas como Netflix e mesmo no YouTube.

Erica foi lançado de surpresa no decorrer da GamesCom 2019, uma surpresa até mesmo para criadores de conteúdos e membros de imprensa do mundo dos videojogos.

Este é o primeiro jogo do estúdio britânico Flavourworks e é inspirado em títulos como Walking Dead, Until Down ou até mesmo Black Mirror. Digamos que Erica é um jogo/filme interativo com muitos mistérios e um pouco de sobrenatural.

Ahonque o que destaca Erica de outros jogos do mesmo gênero é o facto de usar filmagens de atores e locais verdadeiros em vez de locais e personagens digitais. É como se fosse um filme de Hollywood onde quem vê é que decide o que vem de seguida.

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Série Sonic fez parte de toda a minha infância, recordo-me que jogar esta série na velhinha Mega Drive. O jogo Sonic: The Hedgehog foi sem dúvida um dos que mais marcou e ainda hoje é jogado pelos mais saudosistas. Depois deste jogo vieram os jogos Sonic 2 e Sonic 3 e ainda teve pelo meio o jogo Sonic & Knuckles.

Durante anos foram saindo para o mercado várias versões de Sonic mas a ultima que mais me marcou foi o Sonic Generations que nos trouxe o Sonic antigo e colocou lado a lado com o Sonic da atualidade todo turbinado.

Passaram-se uns bons anos e eis que chega finalmente o jogo Team Sonic Racing, um jogo de Karts que reúne as várias personagens do mundo de Sonic e as coloca em corridas de Kart aparentemente divertidas.

Em Team Sonic Racing a ideia é o jogo em equipa, podemos esquecer o jogo individual que vemos nos jogos deste gênero. 

Apanhar estrelas e ganhar pontos é importante para avançar na história, mas uma boa pole position faz toda a diferença. De nada serve chegar em primeiro em todas as corridas se os outros dois membros da Team chegaram em último, aqui o que interessa é o somatório dos pontos dos três membros da Team.

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Estava muito ansioso pela saída deste jogo e jogar este jogo foi emocionante, em primeiro porque joguei este jogo em stream com muitos viewers a quererem saber mais e mais sobre este jogo, em segundo porque a história do jogo é incrível.

A Plague Tale: Innocence acontece num espaço histórico complicado, estávamos em 1337 e iniciava-se a Guerra dos 100 anos onde Inglaterra e França lutavam entre si na conquista de novos territórios. E enquanto tudo isto acontecia, outro grande mal se desenvolvia através dos ratos, estou a falar da Peste Negra, que apesar de nada ter a ver com os conflitos foi levada até França e Inglaterra através de barcos. Os Ratos negros transmitiam a doença através das pulgas que carregavam uma bactéria de nome Yersínia Pestis, estima-se que tenham morrido entre 75 a 200 milhões de pessoas por causa desta doença.

As personagens principais desta história são Amícia e Hugo, dois irmãos da família Rune, e eles precisam sobreviver a todo o custo durante a Guerra dos 100 anos e ainda com os soldados ingleses no seu encalço que por algum motivo precisam de Hugo para concluir uma experiência.

O jogo não conta com armas de fogo e mesmo o sistema de jogo é bem diferente do que estamos habituados a ter em jogos do mesmo gênero.

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Sekiro: Shadows Die Twice foi um jogo aguardado por muitos, e confesso que eu estava um pouco curioso com este jogo e com as possibilidades que este jogo poderia trazer.

Sekiro: Shadows Die Twice foi criado pela FromSoftware, companhia conhecida por títulos como Dark Souls, Daemon Souls e o exclusivo da PS4 Bloodborne. Ou seja, esta companhia tem muita experiência na criação de jogos deste gênero.

 Sekiro: Shadows Die Twice é um jogo de ação/aventura com visão em terceira pessoa. Em comparação com outros jogos da FromSoftware, este jogo tem menos elementos de role-play, ausência de criação da personagem e ainda a falta da capacidade de evoluir o nível da personagem com uma variedade de estatísticas gigantesca. A ausência de multiplayer também foi uma surpresa.

No entanto no jogo conta com uma arvore de habilidades e a personalização limitada dessas habilidades.

Gráficos…
Para quem conhece a FromSoftware sabe bem que eles usam em Sekiro o mesmo motor gráfico há alguns anos, e isso nota-se. Quando falamos dos bosses, podemos ver a mestria e o detalhe na criação de cada um deles, sejam monstros ou humanos, e em conjunto com as animações posso dizer que deixará muitos boquiabertos. Infelizmente em personagens secundárias e NPCs não acontece vermos o mesmo detalhe e atenção.

Em relação aos cenários, eles são muito bonitos mas temos menos variedade do que seria de esperar. Mas tendo em conta o tema do jogo podemos dizer que se adequá perfeitamente.

As animações estão espetaculares, seja de bosses ou mini bosses, parece que vemos movimentos que quase parecem uma dança, tal como vemos em filmes de ação.

 

Som…
Ao contrário de outros jogos da FromSoftware, a personagem de Sekiro tem voz e existem algumas cutcenes e diálogos que nos vão fazer entender o enredo. Por defeito as vozes são em japonês e foi mesmo assim que joguei para ter uma maior percepção do drama que assolou a nossa personagem Wolf e a sua condição enquanto Shinobi.

No que toca a efeitos sonoros Sekiro é simples mas eficaz. A banda sonora deixa-nos com os nervos a flor da pele, e é mesmo isso que estamos a espera que uma boa banda sonora nos faça. A tensão fica ao máximo e as bandas sonoras são boas ao ponto de nos fazer sentir pequeninos frente a inimigos tão grandiosos.

Sem dúvida que o som nos dá uma profundidade maior do jogo e nos faz ter sentimentos conforme as coisas vai acontece do dentro de todo o enredo.

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CTR Nitro Fueled é o novo jogo da franquia de Crash Bandicoot e foi desenvolvido pela Beenox (editora que trabalhou no Remastered de Call of Duty: Modern Warfare que foi lançado em 2016.

A ideia de CTR Nitro Fueled é a mesma que aconteceu em Crash Bandicoot Remastered, oferecer a mesma experiência de jogo que ofereceu aos jogadores da década de 90.

As melhorias que o jogo oferece são muito bem vindas e deixam o jogo muito mais atual fazendo com que possa competir em pé de igualdade com qualquer jogo lançado na atualidade.
CTR Nitro Fueled mantem tudo o que são mecânicas de jogo que tornaram este um jogo único e original.

Em síntese CTR Nitro Fueled é o mesmo jogo lançado em 1999 e mantém todos os elementos que fizeram deste título um sucesso.

CTR Nitro Fueled foi considerado na altura uma evolução do gênero que tinha sido inaugurado pela Nintendo com o jogo Mario Kart, e não um mero clone… CTR Nitro Fueled aparece com as mais variadas personagens da franquia Crash Bandicoot 
Uma das características deste jogo e que foi mantida é a seguinte.. Depois de escolhermos a nossa personagem o personagem é colocado dentro de um mapa onde irá conduzir o seu carro até a um dos portais que nos dão acesso as pistas de corrida.

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Snooker 19 é um simulador de snooker que foi desenvolvido pela Lab42 e publicado pela Ripstone Games. A ideia era oferecer aos jogadores o simulador de snooker mais realista e autêntico possível e com vários modos de jogo.

O jogo conta Comba licença dos 128 dos melhores jogadores do mundo onde estão inseridos os jogadores Ronnie O’Sullivan, Judd Trump, Mark Selby e Ding Junhui que já participaram nos maiores torneios do mundo com destaque para os torneios The Crucible e o Alexandra Palace.

O jogo faz-nos parecer que nos encontramos um daqueles torneios que passa na TV mas que nós nos encontramos a disputar o mesmo. As mecânicas de jogo estão muito bem elaboradas o que acaba por dar aos jogadores algo de qualidade.

O jogo é super realista, pelo menos dentro da mesa, e está muito bem feito. A bola branca faz exatamente o que deveria fazer, mas os jogadores têm uma linha de aprendizagem, seja ele novato ou já habituado às mesas de snooker. Afinal de contas é um jogo virtual e teremos de ter noção dos toques e força com que batemos a bola.

O jogo conta com um modo carreira muito bom e divertido e conta ainda com modos com 6 e com 15 bolas vermelhas…

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Total War: Three kingdoms é o decimo segundo jogo da serie, uma das maiores series de jogos por turnos existente no mercado.

O jogo mostra-nos a história da China na época da queda da dinastia Han, época onde se geraram muitas revoltas, guerras e traições que levaram alguém a ocupar o lugar do imperador.

Mesmo sendo um jogo por turnos, o jogador vai poder todas as lutas em tempo real e explorar o extenso campo de batalha de forma a poder encontrar o bónus de defesa ou ataque que nos ajudará a derrotar o inimigo.

No campo de batalha encontramos vários tipos de soldados, todos com os seus pontos fortes a as suas fraquezas.

Na minha opinião, a grande introdução neste jogo, uma das grandes introduções, foi a introdução de personalidades as relações e a introdução de todo o sistema de equipamento. 

Neste novo Total War teremos de ter sempre atenção as relações com os nossos aliados, os nossos generais e os nossos familiares. Cada um destes nucleos terá sempre um pedido ou ação a fazer para que se consigam novas alianças ou para iniciar uma nova guerra.

Conforme avançamos no jogo os nossos personagens vão ganhando experiência e vão evoluindo acabando por nos dar a possibilidade de melhorar a nossa eficácia na guerra ou melhorar a estabilidade do império.

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Mortal Kombat é uma franquia que eu gosto bastante, é certo que cresci com a franquia Street Fighter mas Mortal Kombat acabou por ganhar um espaço muito especial no meu coração. Mortal Kombat é um jogo visualmente violento,  mas esse é um dos pontos que os jogadores mais gostam. O jogo conta sempre com os exageros criativos da destruição de ossos e órgãos das personagens, mas a parte preferida dos jogadores são as "Fatality's", algo visualmente deslumbrante, para quem gosta de cenas violentas.

História...
Se há coisa que em Mortal Kombat podemos sempre contar é com a sua história, creio que desde Mortal Kombat 9 que a produtora tem uma narrativa e um enredo bem cativante. Como em quase todas as histórias de Mortal Kombat a produtora decide navegar por aguas mais profundas do que as anteriores, e desta vez entramos na fase das viagens temporais. Digo isto porque não é fácil lidar com o passado, presente e futuro sem criar furos no enredo que foi criado até à data.  É certo que existiu uma outra escorregadela na criação deste enredo, mas de qualquer das formas a produtora conseguiu acertar em cheio nesta nova história.

Não querendo estragar a história do jogo com spoilers vou somente avançar com a ideia que a produtora teve de trazer uma deusa do tempo que combina os defensores do reino do primeiro torneio com as suas versões do futuro. Mortal Kombat 11 conta agora com um elenco de peso, e com uma história cheia de computadores que facilmente daria um bom filme. O único senão em tudo isto é que com o facto de termos um ator para cada uma das personagens, e provavelmente devido a gastos com esses atores, acabamos por ver excluídas personagens como Smoke, Reptile, Takeda e outros.

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Blast Out é um jogo que ainda se encontra em acesso antecipado, e por vezes é difícil encontrar outros jogadores online, mas o maior problema passa pelo facto de este jogo ser somente multiplayer.

Blast Out é um jogo do qual nós vemos o jogo a partir de cima, muito idêntico ao que nós podemos ver em League of Legends.  As equipas atacam-se umas às outras através de poderes principais e secundários tentando fazer com que os adversários sejam derrotados.  Existe uma espécie de uma tempestade a volta da arena do jogo e sempre que os jogadores são empurrados para fora da arena essa tempestade consome vida e proteção ao jogador.  Assim sendo para derrotar nos os nossos inimigos podemos fazê-lo através dos nossos poderes atacando e defendendo e podemos também  fazer com que o nosso adversário saia da arena do jogo e seja assim consumido por esta tempestade.

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Boas pessoal esta é a review do jogo The Division 2. ,  muitos foram os que me perguntaram onde estava a review do jogo The Division 2 muitos dos que me seguem sabem que eu sou um fã da série e queriam saber qual a minha opinião.  Eu não poderia simplesmente deixar que o jogo saísse julgava 1:00 e depois lançava a review isso seria um erro gigantesco tendo em conta a dimensão do jogo.

Assim sendo e com mais de 40 horas de jogo vou então lançar a minha review dando a opinião que tenho deste jogo tal como se encontra neste momento.
História...
Para quem seguiu o jogo The Division sábado que a anterior história se passou em Manhattan,  o ataque químico fez com que mande Ratão ficasse debaixo do Caos Onde foi necessário ativar a divisão de forma a tentar recuperar Manhattan e repor a lei.
Desta vez encontramo-nos em Washington DC,  e tudo nos diz que se Washington DC cair, todos os Estados Unidos vão cair junto.
Washington DC está à beira do colapso e tudo indica que um Golpe de Estado se aproxima. A anarquia e instabilidade ameaçam a sociedade e só com a ajuda dos Agentes da Divisão a cidade pode ser salva evitando assim o caos.
Nós somo um membro ativo da Divisão, um grupo altamente treinado formado por agentes civis que são a ultima esperança.

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