Já andava de olho no jogo Disintegration a algum tempo, estava bem curioso e esperava por saber o que chegaria com o lançamento deste jogo.

Este é um jogo sci-fi de ação com um estilo aparentemente inovador e promovido como sendo um jogo do co-criador de Halo. Acho que este ponto foi o que mais me chamou a atenção, tendo em conta todo o carinho que o público tem por Halo.

Uma das coisas que me preocupou foi o facto deste jogo ser lançado num mês carregado de pesos pesados, será que ele consegue vingar no meio de tantos titans?

História…

A história do jogo é diferente do que encontramos habitualmente, a humanidade foi quase dizimada e o mundo acabou quase a beira do abismo… As forças da natureza tomaram conta do planeta e a humanidade tem agora que sobreviver.

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The Last of Us: Parte 2 era um dos jogos mais aguardados do ano mas finalmente essa espera terminou. Eu tinha bastante curiosidade por saber qual o caminho que Ellie e Joel levaram após terem fugido aos Pirilampos.

É certo que o Joel não contou a Ellie o que realmente se passou no laboratório mas a Ellie também não ficou satisfeita com a resposta que Joel lhe deu.

E é precisamente neste ponto que o jogo arranca. Já se passaram alguns anos e Joel e Ellie já se encontram inseridos numa outra comunidade. Dentro desta comunidade ambos têm as suas tarefas e vivem uma vida aparentemente normal, dentro da possibilidade.

História…

No que toca a história, esta decorre cerca de 5 anos após os acontecimentos do primeiro título. As coisas ficaram muito mal resolvidas e as explicações que Joel deu a Ellie não a satisfizeram, acabando por haver um certo afastamento por parte das personagens. Apesar do afastamento o sentimento entre as duas personagens não se rompe pois passaram por muito juntos. Ellie conheceu outras personagens e criou laços com elas, o que é muito bom para uma jovem. 

Ellie tem uma vida aparentemente normal, tem a sua própria casa dentro de uma comunidade organizada onde cada um tem a sua responsabilidade. No caso da Elie, ela é responsável pelas patrulhas em redor da vila de forma a eliminar infetados e avistar potenciais ameaças que possam acabar com a paz da vila.

O jogo avança com um novo inimigo, um grupo de nome WLF que veio para fazer estragos. Estes WLF encontram o acampamento onde Joel e eles estão e causam alguns estragos irreparáveis. Não vou dizer o que acontece pois não quero de forma alguma estragar o gameplay de muitos de vocês, mas um dos principais estragos faz com toda a história do jogo ganha um novo sentido.

Ellie é uma jovem que procura a sua própria identidade e tenta perceber quem ela é no mundo. mas neste momento a raiva e a vingança guiam o seu caminho e por vezes esses sentimentos levam-nos a locais nos quais não vamos gostar de estar.

Eu diria que este jogo nos leva para lá de um mundo pós-apocalíptico não interessa somente a nossa sobrevivência e a de quem nos rodeia. É preciso repor a justiça que à muito partiu e que faz com que humanos não tenham qualquer empatia ou sentimento pelos outros.

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Saints Row: The Third já tem cerca de nove anos e continua a ser um jogo divertido de jogar, pena que por vezes chega a ser cansativo.

O problema é que os jogos de hoje em dia levam-se demasiado a sério, e Saints Row: The Third não.  O jogo parece uma espécie de sátira aos jogos da atualidade e se o jogador levar isto tudo muito na brincadeira acaba por se conseguir divertir muito.

História…

Para quem acaba de conhecer este jogo aqui vai um pequeno resumo… Saints Row: The Third segue a história de uma quadrilha de criminosos conhecidos como 3rd Street Saints. Eles são uma espécie de rock stars de Hollywood, e mesmo a roubar bancos , carros ou a bater em velhinhos eles acabam por ser ícones. Eles até têm a sua própria marca de bebidas energéticas.

Mas tudo isto acaba por ir por água abaixo quando nos primeiros minutos de jogo eles fogem de uma aeronave em queda após terem sido capturados por uma equipa rival.

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Quando recebi SnowRunner para review fiquei logo entusiasmado, afinal de contas este seria o sucessor de MudRunner com um conceito de exploração off-road levado ao extremo.

O jogo foi desenvolvido pela Saber Interactive e produzido pela Focus Home Interactive e é uma excelente adição ao gênero que foi criado por "Spintires".

Este jogo iremos conduzir vários veículos diferentes desde camiões, carrinhas, jipes e uma variedade incrível de off-road pelos mais diversos tipos de terreno. tal como diz o título do jogo agora não teremos só lama, junto a isto temos neve e por vezes gelo.

SnowRunner e MudRunner...

Muitos se perguntam se existem diferenças entre SnowRunner e MudRunner… É claro que sim…

O mapa de MudRunner com os seus DLC's tem na totalidade 8.25km². Já o jogo SnowRunner tem 30km² sem contar com os DLC's que estão para chegar. Mas este é só um ponto, em SnowRunner temos também lama, neve e gelo ao contrário de MudRunner que só tinha lama.

Existem várias localizações em SnowRunner, temos o Michigan, o Alasca e ainda outras localizações na Rússia, vários locais com vários tipos de terreno e adversidades para ultrapassar.

O jogo inicia com um tutorial que nos ensina o que nós precisamos saber sobre a mecânica do jogo. Inicialmente precisamos chegar a uma torre de observação com o nosso camião de forma a deixar visível uma área do mapa, depois disso basta começar a aceitar contratos para transportar mercadorias de um ponto para o outro sempre tentando não atolar a nossa viatura.

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No passado o único tipo de jogo estilo sobrevivência que havia jogado tinha sido ARK Survival Evolved, apesar de ser um estilo de jogo que até gosto bastante, não deixa de ser um estilo que ocupa demasiadas horas do jogador. Stranded Deep é um estilo que gosto e que se não fossem os vários problemas que o jogo apresenta na versão PS4 eu certamente jogaria muito mais horas.

História…

O jogo vai direito ao ponto, assim sendo ele inicia com um vídeo onde a nossa personagem vai dentro de um jato que sofre um acidente, o jato sofre um rombo na lateral cuspindo em pleno mar tudo o que está no seu interior.

A nossa personagem dá a costa de uma pequena ilha e após um pequeno tutorial que podemos ou não aceitar, podemos aprender a criar ferramentas e utensílios que nos podem ajudar bastante na nossa sobrevivência.

O tutorial não é muito comprido mas é o suficiente para percebermos as mecânicas de criação de itens. Até este ponto está tudo muito bem, os nossos problemas começam a partir daqui.

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A Milestone sempre foi uma das melhores produtoras na criação de jogos de corrida, e a sua capacidade para fazer jogos de desportos motorizados já está mais do que provada e as motas são o seu ponto mais forte.

Quando falamos de motociclismo, estamos a falar de um desporto bastante complexo, não se pode simular somente um veículo, é necessário simular também o seu piloto e fazer com que as duas peças se tornem numa só por vezes pode ser um desafio.

O corpo do piloto é uma espécie de elemento de balanço e também de aerodinâmica, a forma como o piloto se comporta pode fazer toda a diferença durante a corrida. Isto é algo difícil de replicar e a Milestone tem sido a única produtora a trabalhar em jogos deste estilo e temos como exemplo os jogos MotoGP e a série de grande qualidade de nome Ride.

o novo MotoGP 20 é a versão deste ano da série oficial do campeonato do mundo MotoGP. o jogo conta com todos os pilotos, equipas, motas e circuitos incluídos nesta época. Oo jogo conta com duas categorias adicionais estou a falar de Moto 2 e Moto 3, categorias igualmente licenciadas.

Uma das coisas que mais gosto desta franquia é que todos os anos tentam inovar trazendo até ao jogador uma experiência mais real e combinando isso com novos modos de jogo. este ano não é diferente e a produtora trouxe melhorias visuais, mais opções de personalização, melhorias no comportamento das motas e mais algumas novidades que irei falar no decorrer desta review.

Novidades…

Uma das grandes novidades eu regresso do modo carreira "manager", algo que se tinha estreado em 2017. neste modo temos o aspecto estratégico de gestão de uma equipa de motociclismo profissional. neste modo podemos fazer a gestão de equipa contratar engenheiros mecânicos e outros mas também gerir a evolução tática na pesquisa de novas tecnologias. este pode não ser o modo indicado para aqueles que adoram pilotar.

A produtora referiu por várias vezes que tinha feito uma revisão no comportamento da mota em relação ao piloto e a pista. Assim sendo não basta acelerar, travar, virar e apontar a frente da mota na direção que queremos ir. Este novo simulador obriga-nos a usar o corpo do piloto em cada uma destas manobras ou então iremos passar um mau bocado em cada uma das corridas.

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Predator: Hunting Grounds é um novo jogo lançado para PC e PlayStation 4 onde todos os cenários são bem parecidos com o primeiro filme da franquia "Predator" protagonizado pelo ator Arnold Schwarzenegger. Neste filme o predador e humanos enfrentam-se na selva e só os mais fortes saíram vivos desde conflito.

A ideia do jogo encaixa muito bem no gênero de multiplayer e a produtora pode aprender bastante depois de ter trabalhado em "Friday the 13th".

A grande diferença deste jogo é que o Predador é muito mais rápido do que o serial killer que acabamos de falar e a produtora deu um bom uso a verticalidade dos cenários estão repletos de árvores e prédios altos que geram inúmeras oportunidades de emboscadas liga não tenho um ritmo bem diferente deste jogo.

O jogo Predator: Hunting Grounds contém um único modo de jogo, e neste modo teremos de escolher se queremos fazer parte da equipa de 4 anos que vão tentar derrotar o Predador ou se queremos ser o próprio Predador. A parte boa é que quer escolhemos um lado ou outro o jogo será igualmente divertido. A parte chata é que se quisermos jogar como Predador podemos enfrentar uma fila gigantesca pois são muitos os jogadores a quererem jogar com este famoso inimigo.

O jogo conta com o sistema cross-play que está habilitado tanto no pc como na PlayStation 4. Isso garante servidores muito populosos mas a maioria dos jogos flui sem grandes problemas ou diferença de performance.

Apesar de por vezes temos de esperar um pouco para que a equipa esteja completa e possamos iniciar nova partida, o jogo acaba por ser bem divertido mesmo que ao lado de desconhecidos. Mas como é hábito este jogo torna-se bem mais divertido quando jogamos com amigos que estão em constante comunicação e planeiam táticas para conseguir derrubar o predador.

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Passaram-se cerca de 23 anos entre o lançamento de final Fantasy VII e o seu Remake. A revelação do Remake aconteceu na E3 de 2015 na conferência da Sony PlayStation.

A promessa da Square Enix foi de seguir a ideia original do jogo e aprofundar determinados pontos.

mais de 20 anos de distância entre os dois títulos permitiram que muitos dos pontos do jogo fossem reajustados e as personagens ganhassem novas roupas que agora iriam corresponder a sua nova e reeditada imagem.

Mas creio que uma das maiores introduções ao jogo foi a voz das personagens. à primeira vista pode parecer algo simples mas que há 20 anos atrás era algo que não acontecia neste tipo de jogos. antigamente no decorrer do jogo as falas das personagens eram três escritas em pequenas caixas de texto, agora as nossas personagens tem uma voz o que faz com que seja possível criar emoções nos jogadores.

algo que eu gostei bastante dentro do jogo foi o momento em que cheguei ao bar da Rifa, o Seven Heaven. tudo está exatamente com a mesma localização do jogo original respeitando que de pormenor e cada peça e compunha este bar.

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Resident Evil é sem dúvida uma das séries de horror mais queridas pelos fãs. E os Remakes que estão a fazer destes jogos são sem dúvida fenomenais. Resident Evil 3 Remake na sua versão original seria Resident Evil 3: Nemesis, título que saiu em 1999. 

Jill é a personagem principal, mas teremos a oportunidade de jogar com Carlos alguns trechos deste jogo.

O jogo está disponível para PS4, Xbox One e PC e os jogadores vão poder reviver uma das histórias mais tradicionais da franquia. o jogo conta com muitas mudanças importantes que vão desde confrontos contra inimigos clássicos até a ordem dos acontecimentos.

História…

Quando Resident Evil 2 Remake saiu em 2019 gerou alguma polêmica entre os fãs, principalmente porque a história que havia saído em 1998 era considerada uma das melhores de toda a franquia. A versão lançada em 2019 deixou um pouco a desejar pelo facto de existirem várias contradições quanto aos caminhos percorridos pelas personagens Claire e Leon independentemente da ordem de personagem com que jogasse mos.

Em Resident Evil 3 Remake a Capcom jogou pelo seguro e fez com que a história fosse contada de uma forma mais focada e que conseguiu convencer os fãs.

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Este jogo chega até nós pela mão da Techland, a criadora de Dead Island.

Mad Riders é sem dúvida considerado um jogo de velocidade frenética com um excelente ambiente a rodeá-lo.

Este jogo é uma combinação explosiva de confrontos com a natureza dos percursos, a capacidade de aplicar “power Ups” e a excelente capacidade de nos conseguirmos superar na velocidade alucinante do jogo.

Quando estamos em corrida e estamos a ultrapassar os nossos adversários isso não que dizer que estamos a ganhar ou a superar algo, nessa altura vamos entender que estamos atrasados em relação ao jogo. Vamos ter a percepção de que é necessário cometer menos erros, encontrar percursos alternativos e sem dúvida alguma apanharmos a maior quantidade de ”power ups” possíveis.

 

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